Como as Marcas Escolhem o Nome dos Carros?

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Como as Marcas Escolhem o Nome dos Carros?

Se você é um apaixonado pelo universo automobilístico, já deve ter imaginado como as montadoras escolhem o nome dos carros. Fusca, Camaro, Mustang, são tantas nomenclaturas diferentes, que até desperta a nossa curiosidade.
O nome de um produto é sempre importante e pode ser determinante para seu sucesso ou fracasso comercial. Com os carros não é diferente.
Se você também tem curiosidade sobre como os veículos ganharam os nomes com os quais estamos tão acostumados, confira este artigo!

Um longo processo

É fato que o nome de um carro é um dos primeiros contatos que as pessoas têm com o veículo e que é ele quem fica na memória, até mesmo quando ele sai de linha. Alguns nomes viram verdadeiras grifes, sinônimo de status, como é o caso do Camaro, da alemã Chevrolet, e do Mustang, da norte-americana Ford.
Mas, como é o processo para chegar a tais nomenclaturas?
Especialistas em marketing dizem que o processo para a escolha do nome de um carro pode levar até cinco anos e ocorre em paralelo com o desenvolvimento do veículo, começando junto com o projeto do automóvel.
Para chegar à primeira lista de sugestões, que em alguns casos pode ter até 600 nomes, profissionais de marketing e publicidade se juntam a executivos, desenhistas e engenheiros para tentar entender o conceito do carro que será lançado e identificar sua proposta de valor, seu público e preço aproximado.
Essa primeira lista normalmente é enviada a escritórios das montadoras em várias partes do  mundo, para que se pesquise possíveis impedimentos para o uso de algum nome, como dificuldades de pronúncia em certo idioma, conotação ruim para a palavra em alguma cultura ou se outra marca já usa o nome.

Como a decisão do nome dos carros normalmente é tomada

A regra básica para se escolher o nome de carros é que ele reflita a personalidade do veículo, fazendo o consumidor associar, mesmo que inconscientemente, o automóvel aos valores que o nome simboliza.
Com isso em mente, a lista que começou com 600 nomes e já foi enxugada ao passar pelos escritórios das montadoras ao redor do mundo, é novamente analisada para sobrarem aproximadamente 10 nomes, que são apresentados aos altos executivos das fábricas, que então escolhem o nome que batizará o novo modelo de veículo da marca.

Curiosidades sobre o nome de alguns carros

Hoje, um dos grandes desafios das marcas automobilísticas é escolher para seus carros nomes globais, que possam ser pronunciados e entendidos em todos os países. Mas nem sempre essa foi uma preocupação, o que levou a casos curiosos, como o em que a GM lançou no México um modelo chamado Nova, que no país é lido como No Vá, que significa “não anda”.
Para não cometer um equívoco parecido, a Alfa Romeo, montadora italiana, teve que mudar o nome de seu modelo 164 para exportá-lo para Cingapura, já que segundo a numerologia local, esse número significa “morte no decorrer de uma viagem”. Por esse motivo, no país, o carro é chamado 168, que significa “prosperidade durante toda a jornada”.
Já o Fusca tem esse nome porque os funcionários da montadora alemã Volkswagen não conseguiam pronunciar o nome das peças que eram importadas. Para facilitar, adotou-se Volks, mas a dificuldade com a pronúncia do V, que em alemão é falado como F, levou ao nome do modelo: Fusca.  
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2017-06-30T17:00:08+00:00 junho 30th, 2017|Carro|0 Comentários

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