Ar-condicionado no carro: uma preferência nacional

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Ar-condicionado no carro: uma preferência nacional

O ar-condicionado caiu no gosto do brasileiro e deixou de ser um item opcional quando ele vai comprar um carro. Hoje em dia, os automóveis sofreram grandes alterações e deixaram de ser básicos, para elevar o nível, se tornando mais completos. Computadores de bordo, vidros e travas elétricas, freios ABS e ar condicionado, agora tem muita procura e demanda, fazendo com que a oferta fique mais em conta e, consequentemente, os preços diminuem.
A verdade é que o ar-condicionado sempre esteve presente nas versões de entrada dos carros há mais de cinco anos, mas, a diferença na evolução, com equipamentos analógicos, que são conhecidos como manuais e digitais, que permitem escolher e manter a temperatura exata na cabine. Quando há um equipamento automático, quem toma as decisões da temperatura pelo motorista é o próprio ar-condicionado que, de acordo com o sensor de temperatura e luminosidade da cabine, mede a intensidade da ventilação e potência do compressor, para manter a temperatura programada.
Outro benefício da automação é quando o computador identifica que o carro está parado sob o sol, com muita luz e temperatura elevada, o ar mais frio é direcionado inicialmente ao topo do carro, ponde onde está entrando o calor. Para quem tem aquecedores em modo automático, a parte de baixo da cabine é priorizada, aquecendo primeiramente os pés do motorista.
VALORES

Ar-condicionado manual/Google

Ar-condicionado manual/Google


Os populares como Volkswagen Gol e Fiat Uno, são equipados opcionalmente com ar-condicionado manual. Os compactos premium Citroën C3 e Ford New Fiesta já entregam aos clientes, esse item como sendo de série e garantem algumas sofisticações. O Peugeot 208 também vem com ar-condicionado, porém, o sistema é automático, de duas zonas em algumas versões. Geralmente, os fabricantes pedem entre R$2.500 e R$3.000 a mais para adicionar o equipamento. Carros acima de R$40 mil tem ar-condicionado de série quase sempre manual. Trocá-lo por um digital, aumenta de R$500 a 1.000 reais no preço final.
A diferença entre os preços varia de acordo com o tipo de ar-condicionado que o veículo possui. Alguns já têm o sistema de duas zonas, também chamados de “dual zone”. Existe o sistema de três zonas, onde um fica para os passageiros de trás, mas esse tipo é restrito a modelos familiares, como o Fiat Freemont, para sete pessoas, no valor de R$90 mil. Por fim, o ar-condicionado de quatro zonas é voltado somente para carros de alto custo, como sedãs de luxo e SUVs.
MANUTENÇÃO
Ar-condicionado automático "dual zone"/Google

Ar-condicionado automático “dual zone”/Google


É de extrema importância higienizar frequentemente o sistema de ar-condicionado após longos períodos de uso. Trocar o filtro também é recomendado para evitar maus odores e doenças respiratórias.

2013-09-05T15:00:32+00:00 setembro 5th, 2013|Carro|2 Comentários

2 Comentários

  1. Pablo Lima 24 de novembro de 2016 em 16:47 - Responder

    Obrigado amigo pelas orientacoes, é de grande valia.

  2. Juliano 12 de Maio de 2017 em 17:09 - Responder

    Excelente conteudo, irei entrar em contato com o mecanico

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